Em 2026, os recortes clássicos de segmentação, como idade, classe social ou geração, já não explicam o consumo. Vamos explicar por que marcas que segmentam por comportamento e mentalidade (e não por demografia) estão criando conexões mais fortes, campanhas mais eficazes e estratégias mais humanas. Chegou a hora de tratar dados como pessoas, e pessoas como contexto.